Existem lugares em que a gente chega e a empatia é automática ( aconteceu comigo em relação a Florença e Turim, por exemplo ), e existem lugares em que o coração não bate forte na chegada mas, aos poucos, eles vão te conquistando…foi o caso de Bologna.

Capital e maior cidade da Emilia-Romagna, e sétima maior cidade da Itália, Bologna é muito mais do que molho à bolonhesa. Rica em história e gastronomia, e endereço da primeira universidade do ocidente ( criada em 1088, e onde estudaram Copérnico e Dante Alighieri, entre outros ), Bologna é uma cidade cosmopolita cheia de vida, cultura e arte.

   

Por 19 anos foi ocupada por Napoleão Bonaparte, durante a segunda guerra foi intensamente bombardeada, e após o conflito era socialista e comunista. Chamada “a sábia” ( pela universidade ), “a gorda” ( pela gastronomia ), e “a vermelha” ( pela cor marcante dos telhados ), hoje é uma agradabilíssima cidade de prédios de arquitetura medieval, gente alegre, e pórticos infinitos ( só no centro histórico são 38 km…eles eram obrigatórios e a altura mínima era a de um homem montado a cavalo, e de chapéu ). Confesso que adorei essa característica de pórticos, pois isso evita que andemos sob sol ou chuva.

   

Eu passei dois dias inteiros em Bologna, sem correria ( porque já é verão e o calor me deixa bastante sem forças, então, preciso de tempo para fazer as coisas sem suar ) e consegui fazer o que programei, então, se a sua idéia é curtir só um dia por lá, eu diria para você excluir alguns pontos mais distantes, e ter disposição, porque em um dia, fazer todo o programa, fica um pouco puxado ( até porque as igrejas começam a fechar às 17:45, e as coisas fecham também após o almoço, para a pausa pranzo, o que nos limita um pouco, por cerca de 2 horas, e atrapalha quem tem poucas horas na cidade ). Eu recomendo de 2 a 3 dias, dependendo de como seja a sua vibe de viagem ( eu, por exemplo, não madrugo, mas geralmente não faço pausa no almoço, como algo rápido, e sigo…só janto ), então me serviram bem os 2 dias com cerca de 6 a 8 horas de rua por dia.

Se você for passar mais do que um dia, obviamente, o seu primeiro ponto será no seu hotel, mas como a minha hospedagem era bem próxima da estação, e é de onde começa o tour de quem faz bate-volta, vou começar o roteiro por ali.

Inaugurada em 1876, e com cerca de 700 trens por dia, divididos em suas 26 plataformas ( binários ), a estação Bolonha Central ( Bologna Centrale ) é a quinta maior da Itália ( eu achava que era a maior, porque ela é um mundo, tem vários andares e variações de plataformas “est” e “ovest”, ou seja, chegue com antecedência na hora de partir…já perdi um trem de baldeação por me perder nela ). Em agosto de 1980, um ataque terrorista destruiu o bloco à esquerda da estação, e deixou 85 pessoas mortas, e 200 feridas. A parte foi rapidamente reconstruída, porém, foi propositalmente, mantida diferente do resto da construção como forma de homenagem; e o relógio da fachada que, milagrosamente, resistiu, foi fixado no horário do momento da tragédia, às 10:25.

  

Saindo da estação na Piazza delle Medaglie d’oro, siga para a esquerda e você já chegará na Piazza XX Settembre onde tem a Porta Galliera, uma das 12 portas da cidade em tempos medievais ( a muralha tinha 10 km de extensão ). À esquerda da Porta Galliera, atravessando a Via dell’Indipendenza, uma das principais ruas de Bolonha e onde se encontram diversas lojas de marca, tem a Rocca Galliera, e a Scalinata del Pincio, uma linda escadaria que dá acesso ao Parco della Montagnola…já viu que a parada já começa frenética, né??? Pois é! Bologna tem muito para ser visto mas, por sorte, é tudo meio perto.

  

  

Atravessando o Parco della Montagnola você chegará na Piazza dell’8 Agosto, onde, às sextas e sábados, ocorre uma feirinha local super badalada e com ótimos preços. Tem de tudo, roupas, sapatos, cintos, roupa de cama, bordado, etc, etc, etc.

Após conferir a feirinha, ou apenas conhecer a Piazza ( caso não seja dia da feirinha ), volte para a Via dell’Indipendenza e logo você verá, à sua direita, e em frente ao monumento a Giuseppe Garibaldi, a belíssima fachada neoclássica do Teatro Arena del Sole; um dos mais belos teatros italianos, com capacidade para até 884 pessoas em suas 5 salas.

Passado o teatro, entre na primeira rua à esquerda, a Via Augusto Righi, e depois, na primeira à direita, Via Federico Venturini…ali tem a famosa janelinha ( sim, é uma miiiiiicro janelinha ) sobre o canal ( finestrella ). Se você estiver com pressa, não vale à pena, mas como eu estava com tempo sobrando, fui ver…

Uma vez vista a finestrella, volte à Via dell’Indipendenza e, três quarteirões à frente, você chegará à barroca Catedral de São Pedro ( Cattedrale di San Pietro ). Belíssima!! Aliás, Bolonha parece ter uma igreja a cada esquina, e lindas! A catedral passou por um grande incêndio em 1131, e por um forte terremoto, em 1222, e é como se vê hoje desde 1605. A torre do campanário é a segunda maior torre da cidade, com 70 metros de altura.

  

Saindo da catedral e seguindo na Via dell’Indipendenza, você já avistará a Piazza del Nettuno que, junto à Piazza Maggiore e à Piazza Re Enzo possuem, nada mais e nada menos que, oito pontos a admirar. Sim, é realmente uma belíssima área, e é a parte central e mais importante da cidade.

Chegando à Piazza del Nettuno você terá, além da Fontana del Nettuno, obra de 1556, o Palazzo Comunale ( ou Palazzo Accursio ), que é a sede do município desde 1336, à direita, e à esquerda, o Palazzo Re Enzo e o Palazzo del Podestà. Em 1200 a cidade de Bolonha expropriou diversos edifícios para criar a atual Piazza Maggiore, e construiu o Palazzo del Podestà e o Palazzo Re Enzo especificamente para realizar funções públicas.

  

O Palazzo Re Enzo, chamado também de “Palazzo Nuovo” para distinguí-lo do Palazzo del Podestà, foi construído entre 1244 e 1246, e apenas três anos depois, tornou-se a “residência” do rei prisioneiro da Batalha de Fossalta, a quem o palácio deve o seu nome: o rei Enzo da Sardenha. Faça um passeio virtual pelo palácio: http://www.palazzoreenzo.com/il-palazzo/

Sob o Palazzo del Podestà tem uma passagem que une a Piazza Re Enzo à Piazza del Nettuno, e a Piazza Maggiore à Via Rizzoli, e essa passagem tem uma curiosidade…no centro ela possui quatro pilares decorados com imagens e, se você sussurrar de frente para um dos pilares, quem estiver no pilar oposto te escuta. Sim, eu vi duas pessoas conversando por sussurros a metros de distância. Muito maneiro!

   

Na Piazza Maggiore se vê a Basílica de San Petrônio ( Duomo di Bologna ), que é a 15ª maior igreja católica do mundo, e o Palazzo dei Notai. O Duomo começou a ser erguido em 1390, em estilo gótico, e as obras se prolongaram por séculos, e até hoje não foram concluídas; inclusive, você pode “adotar” um tijolo e ter o seu nome pubicado no site como um dos contribuintes para a conclusão da basílica. O interior possui um relógio do sol, que foi desenhado por Giovanni Domenico Cassini e mostra os equinócios, e as posições zodiacais…é bem interessante!! Se paga 2€ para poder fotografar dentro da basílica.

  

Wooooow!!! Caminhamos 1,5 km e já vimos mais da metade dos pontos do roteiro. É verdade, mas recomendo mais duas visitinhas antes de uma breve pausa para descansar os pés e comer alguma coisa.

Passando pela lateral esquerda da basílica, pela Via dell’Archiginnasio, se chega ao Palazzo dell’Archiginnasio ( à esquerda ), onde era a belíssima Biblioteca Comunale, com centenas de brazões pintados por todos os corredores do prédio, a Sala Magna, e o Teatro Anatômico, projetado em 1637, e onde aconteciam as dissecações das aulas de anatomia da Universidade de Bolonha ( no inverno, por motivo de higiene ).

  

  

A sala, completamente revestida e decorada em madeira, com estátuas dos célebres médicos da antiguidade, bustos dos mais famosos médicos de Bolonha e, no teto, a figura de Apollo cercado das constelações, foi praticamente reconstruída, após o ataque durante a segunda guerra mundial, a partir dos fragmentos originais.

 

Voltando em direção à Piazza Maggiore e entrando à direita na Via Rizzoli, siga até às duas torres: Torre Asinelli e Torre Garisenda. As torres são o símbolo da cidade, entre elas tem uma estátua do patrono da cidade, San Petronio, e elas são fruto de uma disputa entre duas famílias rivais que apostaram quem faria a maior torre, porém, a torre da família Garisenda, assim como a de Pisa, começou a entortar e a obra teve que ser interrompida aos 47 metros. Se você tiver disposição, se pode subir aos 97,20 metros da Torre Asinelli ( são 496 degraus ) ao custo de 5€, mas recomendo que só o faça se o dia estiver claro, ou você não terá muito o que ver lá de cima ( durante o período de inverno a última subida é às 16:40, e no verão, 17:40 ). Quanto à Torre Garisenda, por motivo de segurança foram proibidas as visitas. OBS: Até o século XIII existiam muitas torres em Bologna, eram mais de cem, mas hoje não chegam a trinta e muitas estão escondidas entre os prédios.

Bom, depois da pausa, recomeçemos, afinal, ainda temos muita coisa a visitar.

Nossa próxima parada será na Basílica de Santo Stefano, construída sobre um templo pagão ( templo de Isis ), e conhecida como “sete igrejas”, ainda que apenas quatro ainda existam. São ambientes interligados ( Chiesa dei Santi Vitale e Agricola, Chiesa del Santo Sepolcro, Chiesa di San Giovanni Battista ou del Crocefisso, Cortile di Pilato, Chiostro, Cappellina della Croce, e Museo ) e, ao meu ver, um dos pontos mais curiosos da cidade. O complexo tem o título de basílica menor.

      

   

  

A primeira igreja construída é a Igreja do Santo Sepulcro que surgiu da transformação, em um batistério cristão, de um antigo templo de Isis. A área foi fechada por paredes e assim surgiu a Igreja do Santo Sepulcro, inspirada como uma cópia fiel do Santo Sepulcro de Jerusalém, e que tem o sepulcro aberto uma vez ao ano, na Páscoa. Mais tarde, ao lado se construiu a Igreja de São Vitale e Agrícola, a segunda das sete.

  

No Cortile di Pilato, atrás da Igreja do Santo Sepulcro, se encontra uma bacia de pedra calcária que, segundo a lenda, foi onde Pilatos lavou às mãos no julgamento de Jesus ( mas eu, sinceramente, não acredito nem um pouco nesta hipótese ). Próximo à Capellina della Croce tem um museo, e junto ao museu, uma lojinha de lembranças e de produtos naturais da erboristeria da congregação.

              

  

A tradição afirma que a arena onde os shows de gladiadores aconteciam e onde os mártires cristãos Vitale e Agrícola encontraram a sua morte foi precisamente onde está hoje a Igreja de São Vitale e Agrícola.

Saindo da basílica e seguindo à direita pela Via Gerusalemme, vire na primeira à direita e a 250m chegará na Chiesa Santa Maria dei Servi.

  

Saindo da Santa Maria dei Servi e seguindo à direita, no fim da rua chegarão à Porta Maggiore, mais uma das 12 portas da cidade. E após a Porta vem um dos pontos que, se o seu tempo for curto, eu recomendo que o pule…é o Giardini Margherita, o principal parque público de Bologna, e um lugar muito agradável, com dezenas de tartaruguinhas que nadam, deliciosamente, pelo lago, e de pessoas que fazem uma pausa na rotina ou que se exercitam em meio ao verde e ao canto das cigarras.

   

   

Pulado ou não o parque, nossa próxima parada é na Basílica de San Domenico ( Basílica de São Domingos ), fundada em 1240, e onde se encontra a Arca di San Domenico. A Piazza San Domenico, em frente a basílica, é desconfortavelmente pavimentada em seixos de rio, similarmente à praça Santo Stefano, como era usado na Idade Média. Na parte de trás da praça, há uma coluna em pedras e cobre ( Madonna del Rosario, de 1632 ), que comemora o fim da epidemia de peste que afligia a cidade, enquanto na frente, fica a coluna com a estátua de San Domenico. Sobre a capela de São Domingos, ela está à direita do corpo longitudinal da basílica, e contém a preciosa Arca de São Domingos, na qual os restos mortais do santo são preservados. Foi construída em estilo barroco no início do século XVII pelo arquiteto Floriano Ambrosini, e substituiu a capela gótica do século XIII que abrigava os restos mortais do santo desde 1233.

   

Deixando para trás a Basílica de São Domingos, e seguindo pela Via Urbana, à frente da basilica, se alcança a Via Tagliapietre após uns 400 m de caminhada e, virando à esquerda encontraremos o Santuario di Santus Domini ( ou Museu da Santa ), onde se encontra o corpo incorrupto de Santa Catarina de Vigri. Anexado à igreja de Corpus Domini, o museu preserva o corpo, sentado e não corrompido, de Santa Caterina de Vigri. Agora enegrecida pelos séculos, é exposta aos fiéis em sua vestimenta franciscana e senta-se em uma caixa de madeira dourada e protegida por uma urna de vidro. A freira franciscana fundou o mosteiro de Corpus Domini em 1456, o primeiro convento de freiras Clarisse em Bolonha. O museu é acessado a partir da segunda capela à esquerda da nave. Foi inaugurado em 8 de março de 1919 e, reorganizado após a Segunda Guerra Mundial, reúne alguns objetos pertencentes à Santa, como os manuscritos de suas obras e pinturas feitas por ela.

   

Se você só tem um dia em Bolonha, talvez você não consiga visitar os próximos pontos, mas de qualquer forma, sigamos para a Basílica de São Francisco ( Basilica di San Francesco ).

A basílica é uma das construções italianas nas quais as características do gótico francês são vistas, acima de tudo, nos arcos externos.

    

      

Cartão Postal de 1941

Os três monumentos fúnebres ( as três arcas ) vistos nos fundos da basílica, na área externa, não são túmulos de reis, mas de professores universitários do curso de Direito.

Após toda essa caminhada, é hora de descansar um pouco a bordo do trenzinho que nos leva até o Santuário della Madonna di San Luca. O santuário fica no alto de uma montanha e pode ser acessado à pé, porém, são cerca de 4,5 km de distância, e em íngrime subida. O trenzinho sai da Piazza Maggiore, na esquina da Via Pescherie Vecchie, e a linha que faz este percurso é a linha verde ( San Luca Express ) do CityRed Bus. No trajeto até a basílica vemos o maior pórtico do mundo que liga o santuário à cidade; são quase 4 km ininterruptos e com mais de 600 arcos, além de passarmos por mais alguns pontos interessantes, como a Porta Saragozza ( onde inicia o pórtico ) e o estádio Renato Dall’Ara, do Bologna.

  

Para finalizar, deliciosamente, a visita a Bolonha, recomendo a visita, com degustação, ao museu do sorvete: Gelato Museum Carpigiani, mas agende com antecedência. http://www.gelatomuseum.com/en

Se você quiser conhecer a cidade de bike, recomendo o aplicativo Mobike. Basta baixar o aplicativo, fazer o seu cadastro, desbloquear uma das bicicletas, e começar o passeio…e no fim o aplicativo te diz a distância percorrida, calorias gastas, emissão de CO2 evitada… O serviço funciona 24 horas por dia, e o pagamento é eletrônico. Por meia hora o custo é de 0,3€, e o custo mensal é de 9,90€.

Se você estiver sem tempo e/ou com preguiça de caminhar, recomendo o ônibus turístico ( CityRed Bus ), linha vermelha ( centro ) e linha verde ( Santuário San Luca ). Os dois bilhetes juntos saem a 25€, mas o áudio-guia não tem em português ( espanhol, inglês, e italiano são algumas opções ).

  

Bolonha também tinha um ghetto ebraico…localizado no meio do centro medieval, ainda preserva a sua estrutura original, um labirinto de vielas e passagens suspensas, pontes cobertas e pequenas janelas que contam a história de toda uma comunidade que era forçada a viver em uma área específica. Os judeus de Bolonha viveram ali até 1569, quando foram expulsos pela primeira vez; e em 1593 foi a expulsão final, e por mais de dois séculos não era permitido que um grupo judeu organizado visse lá. Ali se encontra o Museo Ebraico.

Na via dell’Inferno número 16 fica o edifício religioso mais importante do gueto, a antiga Sinagoga, construída em meados do século XIX.

O único acesso ao antigo gueto ainda reconhecível é a abóbada que liga a igreja de San Donato ao antigo Palazzo Manzoli, depois a Malvasia, dos quais restam apenas alguns arcos de porta

ONDE COMER:

Sobre a gastronomia, uma coisa achei muito curiosa sobre o tagliatelle, um dos pratos típicos da cidade…em 16 de abril de 1972, a Irmandade de Tortellino e a Academia Italiana da Culinária arquivaram a receita e a medida do verdadeiro tagliatelle de Bolonha na Câmara de Comércio, indùstria, Artesanato e Agricultura; e uma amostra é exibida no quadro de avisos da Câmara. A medida da largura da pasta cozida equivale à parte 12.270 da Torre Asinelli, ou seja, 8 mm.

Trattoria Collegio di Spagna, na Via Collegio di Spagna, 15.

Descobri esta trattoria, muito bem falada e…agora ajudo a falar. Comida boa, bom preço, funcionários atenciosos…um ótimo lugar para se provar a culinária bolognese. Eu escolhi como primo piato ( massa ), tagliatelle al ragù; como secondo ( proteína ), bolognina di vitelli con patate ( que me lembrou a nossa parmegiana ); e como sobremesa, torta di riso ( torta de arroz ). Paguei 35€ com vinho e água.

Trattoria Broccaindosso, na Via Broccaindosso, 7A.

Cheguei correndo ao restaurante, pois eu havia feito reserva e já estava muito atrasada, e o restaurante já estava para fechar em “pausa pranzo”, então, na pressa, acabei esquecendo de tirar foto, mas isso não significa que eu não tenha gostado ou que eu não recomende. É um restaurante pequenininho, em uma rua entre a Igreja de Santa Maria dei Servi e a Porta Maggiore, e a 800 metros das Duas Torres. Eu comi um maravilhoso tortellini al brodo, como me recomendaram, e recomendo! Diferentemente dos outros restaurantes onde jantei, desta vez pedi apenas um prato ( exatamente por não gostar de perder muito tempo na hora do almoço ), e paguei 23€ com vinho e água.

Ristorante Bolognese, na Galleria 2 Agosto 1980.

Desde que eu cheguei a Bologna que eu estava procurando uma lasagna al ragù, ou lazanha à bolonhesa, como é conhecida no Brasil, e enfim, na minha última refeição, encontrei uma recomedação, e não me arrependi. Na galeria em frente à estação ferroviária…um lugar charmoso, funcionários simpáticos, preço justo, e comida maravilhosa. Como antipasto, escolhi mortadella artigianale, pois eu deveria provar a famosa mortadela de Bologna; como primo piato, a tão esperada lasagna, e como sobremesa, zuppa inlglese, um bolo feito com pão de ló embebido em licor, e creme. Paguei 36€ com vinho e água.

🙂

Pontos turísticos visitados, em ordem de citação:

Porta Galliera

Parco della Montagnola

Mercado da Piazza dell’8 Agosto ( sexta e sábado )

Teatro Arena del Sole

Finestra sul canale

Catedral de São Pedro ( Duomo di Bologna )

Palazzo Comunale ( Palazzo Accursio / Biblioteca Salaborsa )

Fontana di Nettuno

Palazzo Re Enzo

Palazzo del Podestà

Voltone del Podestà

Basilica de San Petronio

Palazzo dei Notai

Palazzo dell’Archiginnasio

Torre Asinelli e Torre Garisenda

Basilica di San Stefano

Chiesa Santa Maria dei Servi

Porta Maggiore

Giardini Margherita*

Basilica di San Domenico

Santuario di Santus Domini

Basilica di San Francesco

Santuário della Madonna di San Luca*

Museu do sorvete*

One Reply to “Bolonha”

  1. Parabéns pelo excelente relato! Esclarecedor e muito bem orientado, em todos os pontos turísticos. Uma bela cidade!!

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